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Prevenção de DSTs no Carnaval

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Carla Santana | Luciana Amorim

Tão indispensável quanto a alegria é a Camisinha na Folia

Prevencao-de-DSTs-no-Carnaval-01O consumo de bebida influencia, mas a própria natureza do Carnaval – festa com forte apelo sexual – predispõe os foliões às Doenças Sexualmente Transmissíveis, conhecidas simplesmente por DSTs, tais como Sífilis, Gonorrea e Clamídia, além da AIDS. Nesta época, órgãos públicos e instituições de saúde privadas reforçam a necessidade do uso do preservativo e até distribuem o material gratuitamente.

A Clínica do Homem, por exemplo, está fazendo sua parte de alertar a população para a necessidade da prevenção das DSTs na Folia de Momo. “Na próxima quinta-feira (23), estaremos ao lado do “Homem Camisinha” distribuindo preservativos das 11 às 14 horas no Mercado do Rio Vermelho (antigo Ceasinha)”, anuncia a sócia da Clínica, Daniele Brustolim.

A ideia é informar os frequentadores do local sobre o perigo das DSTs, que causam sérios danos à saúde e nem sempre são simples de serem curadas, podendo, inclusive, trazer sequelas aos portadores. Algumas delas podem se manifestar alguns dias após a contaminação e são percebidas pela presença de ardência, coceira, corrimento ou feridas nos genitais. “Há feridas que somem depois de três ou quatro dias, mas a doença continuará se não for tratada, como acontece com que tem sífilis”, explica o urologista diretor da Clínica do Homem, Francisco Costa Neto (CREMEB – 9264).

É bom lembrar que as DSTs podem ser transmitidas em relações sexuais vaginais, anais ou no sexo oral, caso não haja o cuidado do uso da Camisinha. Outras DSTs podem ficar encubadas durante algum tempo e até durante anos, mas o portador continuará transmitindo essas doenças para os parceiros com quem mantiver relações sexuais sem a proteção do preservativo.

Prevenção – De acordo com o Ministério da Saúde, apesar das campanhas regulares pelo uso da camisinha, o número de casos de AIDS entre jovens aumentou: o número de casos por 100 mil habitantes dobrou em dez anos entre os que estão na faixa de 20 a 24 anos. Como em tudo que diz respeito à saúde, prevenir é sempre melhor que remediar. Então, nada de brincar com a saúde: usar a camisinha é fundamental. “É a única forma de evitar a contaminação, caso haja contato com um parceiro ou parceira portador da doença”, explica o urologista Francisco Costa Neto.

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