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A Visão de um desempregado

Publicado

em

Pedro Cunha – [email protected]

Para os empregadores ou empregados, concordem ou discordem.

Foto: filbr2.blogspot.com

Foto: filbr2.blogspot.com

É livre a sua visão e opinião sobre esse tema. Você concorda que um emprego em um ponto de vista mais detalhado é considerado como uma jaula? Essa é a conclusão que um desempregado norte-americano, Steve Pavlina tem sobre o modo como as pessoas trabalham hoje em dia. Logo que alguém é contratado, algumas empresas lhe dão um panfleto sobre as normas internas e ali o futuro funcionário já leva um espanto do que se pode ou não fazer. É como se pegasse um papagaio e ensinasse a ele a falar somente o que o dono quer. Tudo direitinho, comportado, padronizado… Esse é o modo como as empresas querem que o empregado se comporte.

Nesse pensamento, esse cara diz que quando saímos de casa pra trabalhar perdemos a nossa liberdade pra nos expressar do modo como somos e ele acha que podíamos ser mais eficientes, ágeis e alegres se agirmos do nosso modo individual, contudo, todos respeitando as diferenças de cada um, mas atingindo os objetivos corporativos.

Ele está desempregado há cerca de cinco anos, não por acaso, mas por motivos de que ele já não suportava mais a forma engessada como ele vinha lidando com seu trabalho. Todos os dias as mesmas coisas, as mesmas cobranças e por aí vai. Ele já teve vários cargos em várias empresas e esse papo não quer dizer que ele não conseguia uma promoção ou estava indignado com o comportamento de seus colegas. Ele simplesmente escreveu um livro sobre os fatos e visão a quem ele já não concorda em relação a alguns pontos em sua carreira.

Cada um tem um modo de ver as coisas. Agora, o que ele escreve é justamente o que algumas ou sequer muitas pessoas não percebem que nós, de certa forma, estamos sendo domesticados a fazer ou sermos o que não somos quando arrumamos um emprego. A opinião dele, Steve Pavlina, é bem interessante e algumas coisas eu realmente já havia percebido e já tinha até comentado com minha mãe e colegas de não trabalho sobre esse ponto de vista empregatício.

O mundo gira em torno de dinheiro. É legal você ter dinheiro pra sair, viajar, comprar aquele produto interessante que está na promoção na loja, enfim, o dinheiro te deixa até de certa forma mais alegre e motivado. Mas a intenção do autor desse livro é sobre esses dois pontos: Dinheiro e emprego. Será que não podemos refletir que, se vivermos trocando favores ou mesmo vivendo somente com o básico que todos precisamos não seríamos mais felizes? A sociedade está tão mal acostumada, por causa do capitalismo, achando que somos o que compramos ou que temos, e esquece que o princípio básico de uma comunidade, quem estudou sociologia no ensino médio sabe disso, é a colaboração entre cada um de nós.

Então, o que Steve argumenta em seu livro é sobre isso, damos prioridade ao dinheiro, aceitando que sejam colocadas “Rédeas” e esquecendo o nosso Humano, colocando de lado ou em segundo plano o nosso bem estar.

Reflita, questione se necessário. Mas não se esqueça de você.

Fonte: http://centenaro.org/fabio/10-razoes-para-nao-arrumar-emprego/

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