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Saiba mais sobre os riscos da obesidade em cães e gatos

Médica veterinária explica como a doença acontece e de que forma é possível evitá-la

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Imagem meramente ilustrativa | Foto: Freepik

Saber construir um bom estilo de vida para os animais de estimação é uma das grandes responsabilidades dos tutores. Um dos principais problemas causados pela falta de organização da vida deles é a obesidade, que pode gerar uma série de outros problemas de saúde e que podem causar muito sofrimento ao pet.  

A obesidade animal é gerada, principalmente, pela oferta desmedida de alimentos aos pets. “Além disso, os hábitos sedentários também podem desencadear obesidade/acúmulo de gordura em cães e gatos”, destaca a coordenadora do curso de Medicina Veterinária da UNINASSAU Salvador, Alessandra Bispo.  

Além de comprometer as funções orgânicas normais do corpo, a obesidade animal pode incluir uma série de riscos à saúde dos bichos. “As alterações incluem aumento da ocorrência de osteoartrites, diabetes mellitus tipo II (em felinos), alterações respiratórias com dificuldade de ventilação pulmonar (em cães), distúrbios urinários e reprodutivos, hiperlipidemia, afecções orais, pancreatite, dermatites não alérgicas e alguns tipos de neoplasias”

, explica Alessandra.  

Cães e gatos podem apresentar sinais bastante específicos quando estão acometidos de obesidade. No geral, o aumento do peso, o cansaço rápido, a dificuldade de correr e realizar movimentos rotineiros, a respiração ofegante e a recusa de realizar atividades e exercícios são alguns dos indícios principais.  

Para evitar o problema, o ideal é estabelecer a necessidade de calorias do animal e respeitá-la, não fornecendo mais alimento do que o necessário para que este mantenha peso corporal saudável. “O tratamento da obesidade é focado em criar uma situação de balanço energético negativo. Esta pode ser conseguida por meio da diminuição da ingestão calórica e/ou aumento do gasto energético. O estímulo da prática de caminhadas diárias também faz parte do tratamento, quando o animal não apresenta nenhum distúrbio que limite esta atividade”, conclui Alessandra.

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