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O multiverso da Marvel pode atrapalhar as mortes do MCU?

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Vingadores: Ultimato e Homem-Aranha: Longe de Casa, ambos de 2019, encerraram a Fase 3 do Universo Cinematográfico Marvel e o futuro da franquia de super-heróis reserva muitas emoções para os fãs, principalmente pela abordagem do multiverso da Marvel. WandaVision e Loki prepararam o terreno para a série de animação What If…? entrar de cabeça no multiverso – que vai ser explorado no cinema em Homem-Aranha: Sem Volta para Casa e Doutor Estranho no Multiverso da Loucura. Mas isso pode atrapalhar futuramente as mortes de personagens importantes da Marvel que vimos até o momento?

Para quem não sabe, o multiverso é a possibilidade de que várias dimensões paralelas coexistem, cada uma com sua variável. Trata-se de uma grande variedade de universos originados como formas de divergência de outras realidades, onde um evento com diferentes desfechos possíveis dá origem a diferentes universos, um para cada desfecho.

Bryan Andrews, o diretor de What If…?, falou com a Variety da primeira temporada da série de animação, principalmente sobre a ideia de que as mortes no Universo Cinematográfico Marvel podem perder seu significado com a existencia do multiverso. De acordo com ele, o maior desafio do multiverso é apresentar outras versões dos mesmos personagens, embora ele deixe claro que os fãs estão “apenas assistindo uma história de cada vez”. Por isso, ele sente que se ele e a equipe estão fazendo o que devem fazer, não importa que um personagem específico esteja vivo ou morto em outro universo, contanto que a história contada no momento seja interessante e convincente o suficiente para o público. Confira o que ele disse:

“Quand o se trata do desafio de um multiverso, é como, ‘Oh, bem, esta pessoa está viva de mil maneiras diferentes em universos diferentes’, e isso não barateia as apostas? Acho que não, porque você ainda está assistindo a uma história de cada vez e, com sorte, estamos fazendo nosso trabalho o suficiente para que você seja compelido pelo que essas pessoas na tela estão fazendo naquele momento e fique surpreso com o que pode ou não acontecer com elas. Então, se estamos fazendo nosso trabalho e engajando o público, não deveria importar que possa haver outra pessoa viva ou morta em algum outro universo”, explicou.

Andrews deixa claro que a parte mais importante da ação é “o que está acontecendo bem ali no presente”, em vez de quantas versões de personagens existem em outras partes do multiverso. O que também ajudou, segundo ele, foi a imprevisibilidade do que realmente apareceu em tela com cada história individualmente: “É o que está acontecendo bem ali no presente, bem na sua cara – aquela aventura. E se você pode se conectar de alguma forma, então ótimo. Então sempre vai funcionar. E você nunca sabe o que vai conseguir, o que acho que é parte da diversão, e essa foi uma das grandes coisas sobre fazer toda a série. Podemos ficar sombrios. Podemos entrar na comédia. Podemos realmente nos inclinar para os gêneros, o que foi parte da diversão”, comentou Bryan Andrews sobre o multiverso em What If…?.

What If…? reimagina momentos icônicos de seus personagens em realidades diferentes, criando um multiverso de possibilidades infinitas em cada episódio. Alguns dos exemplos da primeira temporada são: E se Peggy Carter (Hayley Atwell) tomasse o soro de super soldado? E se Killmonger (Michael B. Jordan) fosse rei de Wakanda e salvasse Tony Stark (Robert Downey Jr.)? Entre outras situações no Universo Cinematográfico Marvel. Lembrando que a 1ª temporada da série foca em histórias da Saga do Infinito.

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