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Escritora de Barreiras será empossada como membra da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes

Giovana Fernandes Leite já foi premiada no II Prêmio Internacional Mulheres das Letras e acumula conquistas que mostram seu amor pela escrita.

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Com apenas 24 anos de idade, a escritora Giovana Fernandes Leite já pode afirmar que realizou sonhos alcançados por poucos jovens de sua idade. No ano passado, ela recebeu seu primeiro prêmio literário Internacional – o II Prêmio Internacional Mulheres das Letras.

E no dia 28 de agosto de 2021, Giovana será empossada como Membra Acadêmica Imortal da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes – FEBLACA. Ela será empossada com a cadeira número 22 tendo como patronesse a célebre cientista Marie Curie.

Mas quem pensa que alcançar essas conquistas não exigiu esforço e dedicação, não conhece a história, a a paixão pela escrita e o talento como escritora de Giovana, que merece ser compartilhado.

O início de um sonho

Natural de Umuarama, Paraná, Giovana é radicada em Barreiras, Bahia, há mais de dez anos. No entanto, sua paixão pela leitura e escrita são antigos.

“Desde pequena já gostava muito de ler e escrever. Já escrevi muitas histórias, contos, crônicas, mas me encontrei com mais ênfase nas poesias. Sempre escrevi para mim, como uma forma de desabafo ou refúgio”, relata a escritora.

Durante o Ensino Médio, ainda em 2012, ela chegou a conquistar a primeira colocação no concurso do colégio – o TAL (Tempos de Artes Literárias). Felizmente, sua participação em concursos literários, bem como sua paixão pela escrita, não acabou depois que a escritora ingressou no Ensino Superior. Foi na graduação em psicologia que Giovanna encontrou incentivo para escrever e publicar suas poesias.

“Quando entrei na faculdade tive duas professoras que me incentivaram muito do ponto de vista da escrita quanto do ponto de vista da publicação das minhas poesias. Aceitei o desafio e comecei aos poucos a publicar, em algumas antologias”, explicou Giovanna.

Deu tudo certo!

No fim, seu esforço e o empenho para melhorar sua escrita e a qualidade dos seus textos resultou em várias conquistas. Em 2019, ela teve sua primeira poesia publicada, o que a incentivou a escrever e publicar ainda mais.

“Fui cada vez mais escrevendo e publicando, até que em 2020 fui contemplada com meu primeiro prêmio literário Internacional – o II Prêmio Internacional Mulheres das Letras – da Editora Litere-se, a qual participaram mais de mil mulheres ao redor do mundo, e apenas cem foram selecionadas, contando comigo! Foi um momento incrível que significa muito para mim”

, comemorou a escritora.

Promovido pela Editora Litere-se, o objetivo do II Prêmio Internacional Mulheres das Letras era enaltecer e empoderar a voz feminina na literatura. Giovanna foi selecionada entre as 1160 inscritas. Por isso, teve seu texto publicado no livro Mulheres das Letras 2020.

Mas sua carreira literária não parou após a premiação. Até o momento, a escritora já publicou seus textos em 12 antologias, com diversos temas e editoras ao redor do Brasil. Além disso, Giovana participa de mais 3 prêmios de antologia: o Prêmio Poesia Inverno Agora 2020; o Prêmio Alma de Poeta, da Editora Litere-se; e o Prêmio Poetize 2021.

“É uma grande honra e satisfação ter minhas poesias publicadas em obras tão diversas e especiais”, afirmou Giovana.

A escritora já faz parte de Academias Literárias ao redor do Brasil

Além de escrever, Giovana também divide seu tempo e conhecimento como membra de Academias Literárias ao redor do Brasil.

A escritora é membra fundadora da Academia de Artes e Letras Internacional da Baixada Fluminense e Brasil (AAILB) e também integra como membra a Academia Internacional Mulheres das Letras (AIML) e a Academia Internacional de Literatura Brasileira (AILB), que tem parceria com a Academia de Nova York.

Agora, a escritora aguarda a cerimônia de posse para se tornar Membra Acadêmica Imortal da Federação Brasileira dos Acadêmicos das Ciências, Letras e Artes (FEBLACA).

“Fico muito grata e feliz pela oportunidade, meu desejo é poder dar mais visibilidade a literatura não somente feminina, mas a literatura brasileira, barreirense, baiana e paranaense, por que sou uma pessoa que tem esses dois estados como parte de mim, e eu defendo os livros e o acesso universal à cultura”, completa Giovana.

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