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Construção Civil

Impermeabilização do tipo flexível: O que você precisa saber

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A infiltração costuma ser um dos mais comuns e principais problemas do tipo estrutural que existe dentro da construção civil.

Ela pode gerar problemas enormes para um edifício, como o surgimento de umidade, de manchas, de fungos, a proliferação do mofo, o descascamento de toda a pintura e mesmo danos à estrutura.

Assim, a melhor forma de conseguir evitar esse tipo de problema é por meio do uso a impermeabilização flexível, que é muito utilizada nesse tipo de projeto, no qual há uma movimentação da estrutura e que tem exigências de performance bem maiores.

O processo de impermeabilizar uma obra trata-se de uma etapa que é muito essencial, pois protege todo o edifício daqueles efeitos extremamente nocivos das infiltrações, além de assegurar uma durabilidade maior da estrutura.

A impermeabilização é feita em diversas etapas de uma construção, desde a base dela até o final da obra, na fachada, passando pelos ambientes internos e por estruturas frias, como as piscinas e as caixas d’água.

Um projeto de impermeabilização eficaz consegue garantir uma maior segurança, maior economia e maior durabilidade para qualquer edifício.

A seguir, falaremos mais sobre a impermeabilização do tipo flexível.

A impermeabilização flexível

Esse tipo de impermeabilização permite que haja a formação de uma lâmina de proteção que evita que ocorra a penetração de água em uma estrutura.

O método de impermeabilizar uma estrutura é bastante utilizado dentro da construção civil aqui no Brasil, destacando-se pela enorme resistência às contrações e também às dilatações térmicas.

A impermeabilização flexível pode ser feita através do uso de dois impermeabilizantes, que são as membranas (moldadas diretamente no local) e os pré-fabricados (conhecidos também como mantas).

O sistema de impermeabilização do tipo flexível pode vir a ser aplicado em diversas áreas de uma construção, como nas lajes maciças, varandas, terraços, coberturas e jardins.

Em geral, os pontos onde o sistema flexível é mais usado são aqueles feitos a partir de elastômetros e de polímeros.

Nos métodos que são pré-fabricados, no caso as mantas, as mantas asfálticas possuem uma espessura que é definida pelo próprio fabricante, o que permite que seja feita uma aplicação mais rápida e mais fácil.

Por outro lado, o sistema que é moldado no local possui espessuras de tamanho diferenciado, exigindo então a aplicação dele em diversas camadas, sempre com respeito ao período de secagem.

Quais são os sistemas flexíveis principais?

Como mencionado anteriormente, o sistema de impermeabilização do tipo flexível é o mais usado aqui no Brasil, por conta das propriedades elásticas e por estar acompanhando possíveis patologias que surjam na estrutura ao longo do tempo.

A seguir, mostraremos então os sistemas flexíveis mais comuns de encontrar atualmente.

Manta asfáltica

O mais famoso entre os sistemas flexíveis aqui no Brasil é a manta asfáltica, que é produzida a partir de asfalto modificado, que é armado com diferentes materiais, tais como borracha, poliéster e polietileno.

Ele é um método pré-fabricado e que é vendido em rolos, devendo ser aplicado sempre quente durante a execução de uma obra.

Esse é um sistema bastante indicado para uso em locais que estão sujeitos a constantes e grandes movimentações, como é o caso das lajes, dos terraços e também das áreas frias.

É importante ter algum tipo de contrapiso ou de revestimento para que seja feita a proteção da manta asfáltica contra os choques mecânicos, os raios solares e a abrasão.

Argamassa polimérica

‍É também um sistema flexível muito usado no Brasil, consistindo em uma mistura de cimento com polímeros acrílicos.

Essa mistura então forma uma impermeabilização capaz de resistir às mais diversas intempéries, podendo ser usada em locais como lajes e muros de arrimo.

Poliureia

‍É um elastômero bastante resistente, produzido a partir de uma reação química entre o isocianato e a poliamina.

Tem como vantagens principais a resistência altíssima à abrasão e contra os ataques químicos, além de ter uma grande flexibilidade.

Não é recomendado seu uso para aquelas superfícies que ficam muito expostas às chuvas constantes ou às temperaturas mais elevadas.

Ele é um sistema muito indicado, entretanto, para locais mais agressivos, como é o caso dos pisos industriais e dos reservatórios, além também das arquibancadas em estádios de futebol, por exemplo.

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