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Dia Nacional da Mamografia: a importância do diagnóstico precoce

É a mamografia a principal ferramenta de rastreio e diagnóstico por imagem das lesões mamárias

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Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução Plena Saúde

Com mais de 66 mil diagnósticos positivos em 2022 no Brasil, o câncer de mama é a doença com maior incidência entre as mulheres no mundo. Com o objetivo de chamar a atenção para a importância do exame na detecção precoce de alterações nas mamas, foi instituída pela Lei nº 11.695/2.008 o Dia Nacional da Mamografia, celebrado em 5 de fevereiro.

Apesar de dados do Ministério da Saúde apontarem que a mortalidade no país está abaixo da média mundial, esta doença ainda acomete milhares de mulheres a cada ano. É a mamografia a principal ferramenta de rastreio e diagnóstico por imagem das lesões mamárias.

De acordo com a médica radiologista especialista em mama do Grupo Sabin, Nara Fabiana da Cunha, a mamografia é a melhor maneira de realizar o rastreamento e a prevenção do câncer de mama. “É o exame mais indicado para avaliar uma população com o objetivo de diagnosticar precocemente a doença. A mamografia deve ser realizada anualmente por todas as mulheres a partir dos 40 anos de idade. No Brasil, temos uma alta incidência de câncer de mama entre os 40 e 49 anos”, explica. A médica ressalta ainda que “1% dos homens podem ser acometidos pelo câncer de mama. Portanto, se houver suspeita clínica de alteração mamária, pode-se também realizar a mamografia”.

Para realização do exame, o paciente é posicionado em pé, de forma que a glândula mamária fique entre as duas placas do mamógrafo, que é onde as imagens serão capturadas. A indicação é feita, normalmente, por um ginecologista. No exame clínico podem ser identificadas alterações suspeitas, mas, a confirmação de câncer é feita em laboratório, pelo exame histopatológico, que analisa uma pequena parte retirada da lesão.

Além deste exame, o Grupo Sabin oferece ainda a tomossíntese mamária, que é realizada por um dispositivo instalado no aparelho de mamografia convencional. Com uma radiação maior, dentro dos limites permitidos pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e pelo órgão de regulamentação americano Food and Drug Administration (FDA), o exame é considerado seguro e eficaz. Por ele, é possível ter uma visualização mais ampla da mama, obtendo imagens com fatias de um milímetro de espessura, semelhante ao que ocorre na tomografia computadorizada. “Com a tomossíntese, aumenta-se de 30% a 40% o diagnóstico do câncer de mama, além de reduzir as taxas de reconvocações para estudos complementares, reduzindo a ansiedade das pacientes

”, afirma Nara Fabiana.

A tomossíntese mamária é realizada em um aparelho de mamografia convencional (2D), desde que a máquina contenha dispositivo para esse tipo de exame. Por ele, é possível ter uma visualização tridimensional (3D) da mama, obtendo imagens com fatias de um milímetro de espessura, semelhante ao que ocorre na tomografia computadorizada. “Na mamografia comum, conseguimos analisar cerca de quatro imagens. No caso de tomossíntese, a depender da espessura da mama, podemos analisar mais de 100 fotos, diminuindo a sobreposição de imagens e facilitando a detecção de lesões que podem ficar obscurecidas em outros tipos de exame”, destaca a Nara Fabiana.

O que é o câncer de mama?

Uma doença decorrente da multiplicação de células anormais da mama, que forma um tumor capaz de acometer outros órgãos. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns se desenvolvem rapidamente e outros não. A maioria dos casos tem boa resposta ao tratamento, principalmente quando diagnosticado e tratado no início.

Além do serviço de análises clínicas e de vacinação, o Grupo Sabin oferece dentre seus serviços e produtos, o diagnóstico por imagem. Para saber onde é ofertada a realização da mamografia, acesse www.sabin.com.br/imagem/

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