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Paz social e sucesso brotam do agronegócio baiano

A posição do Oeste não é fruto do acaso. É resultado do trabalho árduo, iniciado com o cultivo da terra de uma região até então pouco produtiva…

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Paz Social

Imagem ilustrativa | Foto: Reprodução Visão Agro

O agronegócio no Oeste da Bahia tornou-se, em 30 anos, um dos principais ativos econômicos do estado, responsável por 25% do Produto Interno Bruto. Agora compete com o Polo Industrial de Camaçari, solitária locomotiva, há mais de 40 anos, da economia baiana.  

A posição do Oeste não é fruto do acaso. É resultado do trabalho árduo, iniciado com o cultivo da terra de uma região até então pouco produtiva, e da união da experiência no campo, trazida por agricultores de outras partes do país.  

Há mais de três décadas, a tecnologia no cultivo de grãos e fibra no Oeste se alia à aplicação de práticas de proteção ao meio ambiente e de responsabilidade social com empregados e comunidades no entorno.  

Não à toa, a região é hoje responsável por empregar cerca 1/3 da população. E a perspectiva de crescimento não é apenas uma aposta do agro. É real. 

O Produto Interno Bruto (PIB) baiano calculado e divulgado pela Superintendência de Estudos Econômicos (SEI) cresceu 3,2% no terceiro trimestre de 2022 em comparação ao mesmo período de 2021.  

No acumulado de janeiro a setembro de 2022, o crescimento também foi de 3,2%. No que diz respeito aos grandes setores, a agropecuária apresentou valor adicionado de R$ 6,8 bilhões, a indústria, R$ 22,2 bilhões, e serviços, R$ 56,7 bilhões.  

O crescimento do setor agropecuário baiano, no acumulado do ano, deve-se aos bons números da safra de grãos, com alta de 8,2% – feijão (+28,9%), milho (+13,6%), café (+12,8%) e soja (+6%).  

A responsabilidade socioambiental do agronegócio na região é atestada por meio de adesão a iniciativas como o “Programa AgroPlus”, que capacita o produtor rural para a adoção de boas práticas no processo produtivo e na gestão do negócio.  

Para isso, os participantes fazem o monitoramento de 182 indicadores econômicos e ambientais, de normas de segurança de edificações à qualidade do produto e viabilidade econômica e financeira da atividade. 

Falsas narrativas envolvem o agro em casos de violência

Mesmo diante de tantos cuidados com a terra, a água, o cultivo, e investimentos em tecnologia, formação profissional, os produtores rurais do Oeste da Bahia são associados a temas há muito tempo enterrados no campo, pelo menos na região: a violência.  

A alegação de que produtores rurais seriam promotores de práticas condenáveis tem origem em grupos desinformados.  

O agronegócio brasileiro está e sempre esteve sob a mira do mundo, que compra e depende dos produtos agrícolas brasileiros, especialmente quando se fala em desmatamento e invasão de áreas indígenas, tão cara a eles, a nós e ao futuro ambiental do planeta. 

Ocorre que o Oeste baiano não guarda similaridades com o que ocorre na Amazônia, por exemplo. É impensável que produtores fomentem “milícias”

para ameaçar pessoas e proteger negócios.  

A ação, por si só, destruiria tudo o que foi construído com muito trabalho, cuidado e dedicação, durante 30 anos.  

O mais danoso também é até onde inverdades como estas podem atrair a desconfiança do consumidor internacional.  

Violência se concentra nas cidades, não na zona rural do Oeste 

Estatísticas da Secretaria de Segurança Pública (SSP) da Bahia mostram que a violência em municípios como Luís Eduardo Magalhães e Barreiras, ambas do Oeste, não está no campo, mas nas sedes, zonas urbanas dos municípios.  

No período de janeiro a setembro de 2022, por exemplo, o item “Roubos a Estabelecimentos Comerciais” apresentou 21 deles em Barreiras e outros 32 em Luís Eduardo; em “Roubos a Residências” foram 25 em Barreiras e 11 em Luís Eduardo; no quesito “Roubos a Transeuntes”, os números crescem: 246 em Barreiras e 195 em Luís Eduardo.  

Para enfrentar isso, os produtores rurais trabalham dando apoio logístico e institucional às unidades das polícias Militar e Civil da região para que possam exercer seus trabalhos: prevenir e reprimir tais crimes.  

Além disso, para atenuar as desigualdades econômicas e sociais, os produtores rurais também apoiam programas de inclusão social, que abrangem alfabetização, emprego e renda, educação ambiental em parceria com o Banco do Nordeste. 

O agronegócio no Oeste da Bahia não é palco para bang-bang, como muitos fazem crer. Pelo contrário, é um celeiro de ideias e soluções inteligentes para proteger o ambiente e maximizar a produção agrícola.  

O Oeste é ainda um celeiro de vontade, pujança, empregos, oportunidades e produtos de primeira linha, que ajudam a alimentar o Brasil e o mundo. Um verdadeiro “player” internacional na árdua tarefa de garantir segurança alimentar a milhares de pessoas no planeta.Essa atividade trouxe mudanças econômicas e sociais para a região, em especial, para Barreiras e Luís Eduardo Magalhães.

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